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RMG – A saudação ao P. Baruffi

As exéquias foram presididas pelo Reitor-Mor, P. Pascual Chávez, à presença dos membros do Conselho Geral, dos irmãos da Comunidade da Casa Generalícia e dos Salesianos capitulares. Presentes uma sua irmã e irmão, o P. Renato dos Santos, da Inspetoria do Brasil-Porto Alegre, uma representação de Filhas de Maria Auxiliadora, procedentes da Casa Generalícia, guiadas pela Ir. Yvonne Reungoat, e membros da Família Salesiana.

Na sua homilia o P. Chávez fez sua a mensagem de condolências enviada pelo Monsenhor Tarcísio Scaramussa: “a sua morte é imolação que nos trará a bênção de Deus para o Capítulo que se aproxima. Não esperávamos por isto justamente agora; mas Deus nos desafia e nos surpreende a cada momento: seja feita a sua vontade porque é sempre Ele o único nosso bem e esperança. Demos graças a Deus pela vida desse nosso querido irmão. Baruffi quis voltar a Roma, queria ir a Turim, voltar a Dom Bosco. A sua morte será uma semente que fará florescer o fervor pastoral dos irmãos. Sentiremos demais a sua falta! Mas agora é feliz com Dom Bosco no Céu!”.

“A morte, que é sempre um mistério – disse o Reitor-Mor dirigindo-se de maneira especial aos salesianos capitulares, de volta da peregrinação aos lugares salesianos – é um convite a renovar a nossa profissão de fé no Pai de infinita misericórdia, que prometeu uma felicidade sem limites àqueles que buscam acima de tudo o Reino dos Céus”. E referindo-se ao passo evangélico de Lucas (Lc 12,35-48), evidenciou a atitude da espera não como de servos tímidos ou medrosos, mas antes de "servos familias” que estão cheios de júbilo aguardando o retorno do seu senhor. “A parábola de Jesus e o desaparecimento do P. Helvécio – disse o Reitor-Mor – são um apelo a estarmos vigilantes, a mantermos o coração e a mente jubilosamente abertos a Deus, que vem inundar de luz a nossa vida”.

“Tendo conhecido o P. Helvécio muito mais de perto nestes doze anos em que partilhamos o serviço de animação e governo da Congregação, estou convencido de que ele se tenha merecido essa bem-aventurança, reservada a quem sabe esperar pelo Senhor, vivendo na fidelidade a quanto lhe tinha sido mandado fazer: «Feliz aquele servo que, em chegando o seu senhor, o encontrar assim trabalhando ». Isto significa, para nós, vivermos com o coração desprendido dos valores não definitivos, olhando para o futuro, e em estado de vigilância «porque o Filho do Homem virá quando menos se pensar». Como Dom Bosco, com os pés na terra, a mente no céu e o coração aberto a todos”.

Concluindo a homilia o P. Chávez disse: “Hoje, embora condoídos pela perda do P. Helvécio, com ele nos alegramos, porque é recebido pelo Senhor, o qual depois de lhe ter batido à porta, chamou-o mais uma vez pelo nome, encontrou-o com os rins cingidos e a lâmpada acesa, e fê-lo entrar na sua casa. E agora o faz sentar à sua mesa e o serve e o replena de alegria e de dias sem fim”.

Concluídas as celebrações e feitas as despedidas, o féretro foi transportado para o jazigo na capela dos salesianos da Casa Generalícia, na ‘Prima Porta’, em Roma, onde foi inumado.

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