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Pensar Dom Bosco hoje

A experiência dos últimos momentos de Dom Bosco foi marcada por alguns gestos e palavras muito significativos que desejo fazer memória breve nestas semanas que nos separam da comemoração de sua morte.

Na madrugada do dia 31 de janeiro de 1888, Dom Bosco, agonizante grita pela Mãe: “Mãe, Mãe, Mãe, Madre, Madre, Madre”. Para Pietro Stella não se tratava de um chamado a mamãe Margarida, mas àquela que Dom Bosco aprendera desde menino a rezar três vezes ao dia no Ângelus. Era a “senhora de majestoso aspecto, vestida com um manto que resplandecia de todas as partes, como se cada ponto fosse uma estrela” (Pietro Stella, 1981, p. 147), a mesma do sonho de 1825, a senhora amável que colocara a mão sobre a cabeça dele, era a senhora da Anunciação. Pois bem. Isto era a expressão da devoção Mariana inicial de Dom Bosco nasceu ao redor do termo SENHORA, mãe, muito comum na região Piemontesa: A Virgem do Rosário, venerada em Morialdo e Mondônio; A Senhora das Graças e a Senhora do Castelo veneradas em Castelnuovo; assim também como a Virgem dolorosa/das Dores. Na amizade com Comollo Dom Bosco teve a oportunidade de aprofundar a devoção a Senhora das Graças. Maria foi uma presença marcante na vida de Dom Bosco. Mesmo na agonia ele não esqueceu da mãe presente, da pastora que o guiou sempre na Fundação de sua obra.

Perguntemo-nos, então, como vai a nossa devoção Mariana nesses tempos de retorno a espiritualidade fundacional? Qual é o espaço que Maria ocupa em nossa oração pessoal e comunitária? Como celebramos as festas marianas, inclusive aquelas facultativas? Como vai a nossa mariologia nesses tempos de aparições marianas quase que colocando Maria como a nova revelação da comunicação de Deus? Dom Bosco foi muito sensível aos títulos marianos. Ele não se omitiu de divulgar as aparições de La Sallete, por exemplo, mas sempre em comunhão com o pensamento da Igreja.

Temos grandes monumentos em homenagem a Maria: Basílica, Santuários, igrejas paroquiais e capelas, mas não podemos deixar de construir o Templo nosso interior. É dentro de nós que deve ser erguido o espaço teológico da presença da Mãe de Deus como aquela que nos ensina a meditar a Palavra e a coloca-la em prática com o Sim generoso de quem confia em Deus. Maria, Maria, Maria é o clamor daqueles que acreditam. Seria um gesto sintonia com Dom Bosco se em nossas casas déssemos mais valor ao grupo da ADMA. Criando onde não tem e fortalecendo os existentes.

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