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Comunidade de Ratisbonne vai ao Egito

Nos dias 30, 31 de março e 01, 02 de abril a comunidade salesiana do STUDIUM THEOLOGICUM SALESIANUM “SS. PETERAND PAUL” de Ratisbonne visitou o Mar Vermelho e o Sinai, locais que ficam situados no Egito. A última excursão de estudo deste ano acadêmico teve como objetivo aprofundar o conhecimento bíblico, eclesial e ecumênico.

No dia 30 de março, os salesianos partiram às 4:00 da manhã em direção ao local chamado Hazevah, onde puderam fazer a oração da manhã e o café. Logo após, nós seguimos para Timna National Park, local de antigos vestígios e a presença de minas em Timna por volta de 3000 a. C. Chegando lá, nós assistimos um filme que conta a história dos egípcios extraindo cobre por volta de 1500 a.C. Os egípcios construíram dois templos dedicados a deusa Hathor, protetora das minas. Uma inscrição em hieróglifo nos pilares de Salomão menciona o faraó Ramsés III oferecendo um sacrifício a Hathor. Estes pilares são resultados da erosão natural. Em seguida a comunidade salesiana foi para Timna Lake (lago artificial no deserto de Timna), onde aconteceu a missa e o almoço. Depois, seguimos para a fronteira do Egito rumo a um hotel perto do Mosteiro Santa Catarina.

No dia 31 de março, a comunidade de Ratisbonne visitou o Mosteiro Santa Catarina onde vive uma comunidade monges da igreja ortodoxa grega, perto do Monte Sinai. O mosteiro foi fundado em 527 d.C. pelo imperador Justiniano. O local substituiu uma capela erguida em 337 por Santa Helena, mãe do imperador Constantino, no local onde, pela tradição, Moisés teria visto a Sarça Ardente. O mosteiro recebeu o nome atual nos séculos IX ou X, escolhido porque alguns monges afirmaram ter encontrado perto do local o corpo da santa. Santa Catarina é uma das mais conhecidas mártires do início do cristianismo. Sua história, registrada apenas no século X, relata que ela era uma jovem nobre que foi martirizada em Alexandria no século IV. Depois de torturada numa roda com pontas (roda de Santa Catarina), ela foi enforcada. Pela tradição, anjos teriam levado para o Sinai o seu corpo, encontrado em perfeito estado seis séculos depois, por monges locais.

No dia 01 de abril às 02:00 da manhã, nós subimos o Monte Sinai (Gebel Musa, a Montanha de Moisés) que corresponde ao monte Horeb citado na Bíblia. Foi nele que Moisés passou 40 dias e recebeu os Dez Mandamentos (Ex 19 e 20). Duas trilhas levam ao topo de 2.286m de altura e exigem três horas de caminhada. Nós fizemos em uma hora e meia, ultrapassando vários peregrinos que estavam subindo com camelos. O caminho que teria sido feito por Moisés é o mais árduo e consiste em 3.700 degraus esculpidos na rocha pelos monges. São chamados os Degraus do Arrependimento. Logos após o nascer do sol, os salesianos seguiram este caminho até o local onde aconteceu a presença de Elias no Sinai (1 Reis 19,1-18). Lá, nós tivemos a Celebração Eucarística.

No dia 02 de abril, aconteceu a missa com as Laudes e logo após o café da manhã nós partimos para um local chamado Eilat, única cidade Israelense no mar Vermelho. Lá, nós visitamos o Observatório Submarino de Corais, que é um complexo oceanográfico do qual se pode ter boa vista da vida marinha local. Abriga 25 tanques com mais de 500 espécies de peixes, esponjas, corais e animais invertebrados. As mostras mais interessantes são as que exibem criaturas maiores, como os tubarões e tartarugas marinhas. O destaque, porém, fica por conta do próprio observatório submarino, situado a 6m de profundidade e que proporciona vistas espetaculares da vida marinha local através de suas enormes janelas de vidro. Quando estávamos saindo do local, foi interessante notar em um local um pouco escondido que estava escrito Feeding at the Amazonas (Alimentação das criaturas da Amazônia). Na entrada tinha a foto de um indígena e dentro algumas espécies de plantas e de animais (jacarés, caranguejeira, sucuri, camaleão, piranhas e etc) com escritos científicos sobre cada uma das espécies. Em uma outra parte, estava falando das queimadas e derrubadas que são feitas na Amazônia, e tinha uma inscrição alertando sobre a importância da preservação.

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