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CNBB aprova por unanimidade o DNC

No dia 15 de agosto último, solenidade da Assunção, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – na sua 43ª Assembléia Geral aprovou por unanimidade (só três votos em branco) o texto definitivo do DNC – Diretório Nacional de Catequese, para o Brasil (90 páginas, 2 partes e 8 capítulos abordando todos os aspectos da educação da fé, tanto em sua dimensão pastoral-teológica como de orientações concretas). O próximo passo será a aprovação definitiva por Roma e a sua publicação, espera-se, entre novembro e dezembro próximos. A equipe redatora composta de bispos, especialistas nas várias áreas (bíblica, teológica, pastoral, litúrgica, pedagógica, etc.), teve como coordenador de redação o P. Dr. Luiz Alves de Lima SDB, professor do Instituto Salesiano Teológico Pio XI, de São Paulo, e nele empenhou-se por 4 intensos anos de trabalho durante os quais o texto teve vários projetos (2001-2002), 3 instrumentos de trabalho (um publicado em 2003, outro em 2004) e, como sempre, inúmeras versões. Além do coordenador, estão entre os autores principais do Diretório bispos, assessores nacionais e um sem número de catequetas. Inúmeras as contribuições recebidas, tanto de catequistas de base quanto de coordenadores, teólogos, biblistas, pastoralistas, agentes de pastoral de várias áreas, sobretudo de liturgistas. Em continuidade com o documento “Catequese Renovada” de 1983 o novo Diretório: 1. inspira-se na renovação teológico-pastoral do Vaticano II e na caminhada pós-conciliar da Igreja no Brasil; 2. assume as características da evangelização (ardor missionário e núcleo querigmático); 3. apresenta uma catequese profundamente bíblica, histórica, litúrgica, comunitária e antropológica; 4. baseia-se na Palavra de Deus, manifestada na Tradição (Bíblia, Liturgia, Santos Padres, Catecismos); 5. assume a dimensão catecumenal como inspiradora de toda a catequese; 6. está voltado preferencialmente para a catequese dos adultos e jovens; 7. privilegia o catequista e a sua formação (institui o “ministério do catequista”); 8. dá orientações seguras quanto à organização da catequese na Igreja Particular. – Enorme a expectativa pela publicação do Documento da CNBB, sobretudo por parte do grande número dos catequistas que participaram de sua elaboração.

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