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A simplicidade senta à mesa e olha nos olhos

Manaus/AM – Todas as comunidades se regozijam quando chega, para integrá-las, um salesiano novo seja tirocinante ou um padre recém-ordenado. Eles renovam o ar de esperança de que novos forças, novas idéias, novas compreensões podem somar na caminhada da comunidade.

Mas esta esperança e esta alegria se alimentam de algumas atitudes semeadas muitos anos antes. Todos querem salesianos mais novos, mas como estamos alimentando esta sementeira? Qual o nosso relacionamento com as casas de formação? Quase todos os salesianos passam por Manaus, uma ou várias vezes. Reservamos um tempinho para uma rápida visita aos Pós-noviços e aos Pré-Noviços? Todos os “veteranos” salesianos (referência não tanto aos de idade madura ou avançada,mas todos os que já estão na ativa) conhecem cada formando pelo nome, individualizam-lhes os rostos? Se passassem por um deles no centro comercial da cidade, saberiam parar para um “olá” ou passariam como por um desconhecido? E se outros jovens, lá em sua comunidade, perguntarem pelos que estão em Manaus, o que lhe será dito para possivelmente alimentar-lhes o desejo de também caminhar com Dom Bosco? Sempre vale para nós o dito de nosso Fundador: “Não basta amar os jovens, mas é preciso que eles se sintam amados!”, afinal, os formandos são jovens. Ou ainda a acuidade do ditado popular “Longe dos olhos, longe do coração!”.

Muitas comunidades rezam pelos formandos e muitos de seus diretores ajudam freqüentemente e concretamente as duas casas de formação na Inspetoria. As formas são tantas: material esportivo novo, instrumentos musicais novos, um livro autografado, uns reais para livros novos, uma cesta de ovos, um balde de açaí, uns quilos de camarão, uns patos para o dia de festa, , um saco de farinha, mantimentos diversos fruto de coletas paroquiais e da partilha das mesmas comunidades. Tudo isto e outras coisas mais costumam alegrar o coração dos jovens formandos e o dos formadores.

Mas há outra forma de colaboração que complementa este primeiro apoio ao processo formativo. Trata-se de um aspecto que é irrenunciável em comunicação entre irmãos e educadores: a relação interpessoal, a presencial. Por isto, o Pré-noviciado destaca visita do Padre Alberto Rypel, logo depois da reunião dos diretores. Veio, partilhou notícias, tirou fotos, sentou-se à mesa e dela partilhou o domingueiro cardápio. A presença pessoal dele alegrou muito os pré-noviços que lhe sentiram o carinho e a atenção.

A todos os salesianos: venham! Mesmo em visita breve, simples! Não necessariamente trazendo alguma coisa. Só a presença amiga, fraterna. Inestimável apoio vocacional! Uma forma especial do “Vinde e Vede!”. Um atrevimento: “pelos uma vez a ao ano” pela…

O que marcou daquela visita do Diretor de Ji-Paraná ao Pré-Noviciado foi sua simplicidade feita proximidade entre os formandos e , com destaque, seu sorriso amigo.

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