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“A fé náo é um conjunto de doutrinas negativas”.

Desde que chegou ao Brasil o Papa Bento XVI fala de forma positiva sobre os valores e atitudes cristãs evangélicas. Em nenhum momento o Papa usou termos de condenação. Simplesmente apresenta a fé da Igreja, ou seja, o seguimento de Jesus Cristo caminho, verdade e vida.

Para os católicos o discurso é lógico e prático, pois o Papa não mede palavras, sua forma de falar é direta e simples. No discurso aos 40 mil jovens no Estádio do Pacaembu nesta quinta feira, dia 10 de maio, o Papa usou o texto do jovem rico. O jovem corre até Jesus e pergunta: “Bom mestre o que devo fazer para ganhar a vida eterna”. A partir daqui o Papa desenvolveu uma rica reflexão catequética. Os jovens acompanharam com atenção. Em nenhum momento ele condenou práticas muito comuns entre os jovens no atual contexto social. Mas ressaltou o valor da vida, da fidelidade, da castidade fora e no casamento, da riqueza que é ser jovem, do exercício da cidadania, etc. Os jovens correm ainda hoje atrás de Jesus e desejam dar um sentido à própria vida.


Infelizmente, a mída em geral é cega e monopoliza o tema do aborto. Para os jornais e TVs do país, o Papa condena tudo que é bom para o povo; isto é uma mentira vergonhosa da mídia. Bento XVI diz aquilo que anestesiou a sociedade: a permissividade. Tudo é permitido e ninguém assume a responsabilidade dos atos, sejam eles de corrupção, violência sexual ou homicídio. O Papa exortou os jovens a serem livres e responsáveis. Eis aqui a questão. Quem segue Jesus e se sente livre, acaba assumindo os valores do Reino e assumindo a vida com responsabilidade seja na vida profissional seja na vida afetiva.



Nenhuma condenção até agora foi pronunciada pelo Papa, mas a mídia irresponsável e alienada, que não consegue evoluir na própria visão da sociedade ou, talvez, porque está apenas preocupada com o consumo permissivo, atenta contra a verdade e distorce irresponsavelmente os discursos do Papa.



Bento não veio ao Brasil para atrair católicos, mas dizer que o problema não está na quantidade, na capa católica da sociedade, mas nas atitudes de seguimento de Jesus, isto exige “sacrifício e persistência”.



Concluo com um fato que presenciei no dia que o Papa chegou no mosteiro de São Bento: estava eu com duas senhoras idosas esperando o Papa. Ao lado estava um frade de meia idade, muito falante e liberal. Num certo momento ele disse: “Eu nao gosto do Papa. Gostava mais de João Paulo II. Este papa é muito estranho”. A senhora idosa e simples virou-se para o frade e contestou: “Eu sou católica de verdade, pra mim, Papa é Papa. Temos que amar o Papa seu frade”. O distinto mordeu a ponta do hábito e calou-se. Que sabedoria danada daquela idosa e sábia senhora. Viva o Papa!



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